quarta-feira, 22 de outubro de 2014
10 Princípios da Dieta Mediterrânica em Portugal
Princípios simples e de fácil execução!
O décimo - Convivialidade à volta da mesa - anda um pouco arredado dos nossos hábitos. Será que é para ficarmos parecidos com os outros europeus?...
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Os Lugares Por Onde Andámos
Mal sabia o meu amigo João Ferreira Rosa quando compôs o fado "Os Lugares Por Onde Andámos" que alguém um dia usaria este título para mostrar um local de excelência na arte da restauração. De facto, quase se pode dizer que a "Casa Ideal", propriedade de um antigo colaborador do João , o António Veiga (Lirão) é também uma reminiscência da arte culinária do seu célebre restaurante "O Embuçado".
A "Casa Ideal" que conheço desde que abriu na Trafaria, estava eu ali no serviço militar, já lá vão quase 4 décadas, e que frequento com alguma assiduidade é, para mim, "The State of the Art" da restauração em Portugal. Não é por acaso que a cozinha, superiormente dirigida pela Bernardete, é referenciada com a melhor das classificações nos roteiros turísticos e gastronómicos internacionais.
Quando a arte se pratica com dedicação e verdade as coisas só têm que sair bem!
Não é assim Bernardete e António?
Vamos lá então à "Garoupinha no Tacho"...
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Descalços em Tempos de Botas
A apresentação de "Descalços em Tempos de Botas", o segundo livro de João Almeida, depois de "Deliciosas Colinas" foi um acontecimento notável. No seu local de trabalho, onde é chefe de mesa - o Restaurante O POTE em Lisboa - reuniu os muitos amigos e, entre eles, algumas figuras da nossa intelectualidade e política, deu-nos a conhecer as suas memórias dos anos em que a maioria dos portugueses viviam, descalços, no profundo, pobre e pouco desenvolvido interior do país, uma vida difícil e sem perspectivas futuras.
Com uma narrativa simples e fluente, João Almeida, dá a conhecer assim, sobretudo aos mais novos, vivências absolutamente inimagináveis nos tempos que correm.
Eu, que na minha terra ainda convivi com os resquícios destes modos de vida, deliciei-me a revisitar o passado, devorando numa penada as 269 páginas desta magnífica obra.
Parabéns João!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
His Master Eyes
Isolado no espigão da praia, no ponto que entendeu ser o mais adequado e de melhor visibilidade, alheado de toda a envolvência, nem para mim olhou quando cheguei perto.
A sua missão parecia bem definida, seguir sem distrações o seu ídolo surfista, não fossem as, agora, alteradas ondas do mar da Caparica pregarem-lhe uma partida.
E a sua pose atenta só se desvaneceu quando o amo chegou são e salvo a terra.
Simplesmente enternecedor e comovente!
Fotos: ATP
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Ao Meu Amor Sevilhano - Carta de Desamor
Como foi possível,
amor, sentirmos durante tanto tempo que o lisboeta Fado e o sevilhano Flamenco
poderiam conviver eternamente e sem qualquer constrangimento?
Só a tremenda paixão,
testemunhada alternadamente pelas águas calmas e doces dos nossos Tejo e
Guadalquivir, poderia alimentar este desejo que ardia em nós como um fogo
assanhado pelo vento.
Só o calor sufocante de
Sevilha, temperado pela brisa que vem do lado do mar em Lisboa, poderia criar
este ambiente de entusiasmo, bem-estar e nostalgia que nos fazia olvidar de como
era impossível a nossa relação.
Jamais imaginamos, como
em todas as situações de pura paixão, que tudo aquilo que vivemos pudesse ter
um fim. Que tudo aquilo que construímos se desmoronasse com um simples sopro.
Que tudo aquilo que idealizámos tivesse de ser refeito em novas circunstâncias
e com novos actores.
Mas a realidade é bem
mais objectiva e concreta que os nossos idealismos e é, por vezes, tão cruel
que nos separa e mantém distantes sem hipóteses de aproximação. É como correr
atrás do arco-íris que parece estar perto de nós: corremos, corremos e nunca o
vamos alcançar.
Caminhamos de costas
voltadas e, por isso mesmo, quanto mais andamos mais distantes estamos um do
outro.
Sentimos as palpitações
dos nossos corações mais desvanecidas e o sons dos nossos passos já
praticamente inaudíveis a caminharem para o infinito.
Estamos já a ouvir o
silêncio, aquele silêncio que nos massacra ou que nos alivia, que significa
tempo de tempestade ou de bonança, que nos agrilhoa ou que nos liberta.
E é com uma indefinida
sensação que chegamos a este ponto sem retorno, incapazes de perceber que tudo
tem um fim e nada é eterno. Que tudo é passageiro nas nossas vidas, apesar da
intensidade com que vivemos alguns momentos e que farão para sempre parte do
espólio das nossas memórias.
E um dia mostraremos
que é possível casar o Fado com o Flamenco!
domingo, 29 de dezembro de 2013
Em Nome do Pai - O Livro de Nuno Lobo Antunes
A história daquela destacada figura
do presépio que intriga e confunde quem aprofunda o mistério desse quadro da
Natividade pela nobre missão, mas submissa e estranha, que lhe foi atribuída em
nome e por vontade do Pai, fazem de José, o artesão carpinteiro, marido de
Maria, Mãe de Jesus, um homem à procura da sua identidade e das razões que o
levaram a ser o eleito Pai adotivo do filho de Deus.
José, entre remorsos, dúvidas e
raiva, não compreende esse Deus, que põe e dispõe dos homens e que tomou como
Sua a mulher que lhe estava destinada, plantando-lhe a semente de um ser que
vai enviar à terra como seu filho adotivo mas que depois o deixa morrer
crucificado como um ladrão.
Mas quando tudo desaba e o sonho chega ao fim,
José, do alto do outeiro de onde si avista Jerusalém, à sombra da figueira em
que Judas se enforcou, desabafa em palavras o que calou uma vida inteira. Em pouco
tempo, expulsa mágoas, ciúmes, sonhos desfeitos, amores traídos e revolta
contra uma situação de que foi vítima inocente. Naquele momento final, hesita
entre sentimentos degradantes e sentimentos sublimes. Não sabe se há-de
regozijar-se com a educação que deu àquele Menino, com as convicções que
incutiu nele e o viu propalar aos quatro ventos. Não sabe se há-de sentir
admiração por aquele jovem de caráter firme que as multidões seguiram mas
depois traíram, ou se há-de abominar a hora em que poupou a sua Mãe de ser
apedrejada com Ele no ventre, como ditava a Lei de Moisés.
José, nascido na Cidade do Pão,
Belém, é um homem honrado e de bem. Aceitou, em nome do Pai, fazer a figura de
segundo pai do Filho de sua mulher sem questionar O Todo-poderoso e por isso
mesmo é para os cristãos um verdadeiro santo – São José.
São José, uma figura de quase
segundo plano para a Bíblia, é o protagonista nesta narrativa que questiona
situações e ideias, muitas delas retiradas dos evangelhos ortodoxos e também de
textos considerados heréticos pela Igreja e que muitos dos que trabalham e
meditam na figura de Jesus Cristo não têm coragem de as pôr frontalmente sem
paixões, sem facciosismos ou por medo de ofender os poderes instituídos.
Uma narrativa fluente e
apaixonante, compreendida tanto por crentes como por não crentes, faz desta
obra de ficção um bom exercício de reflexão sobre temas tabus através da voz,
finalmente ouvida, de José.
(Exercício para o curso "Escrita Criativa" do Âmbito Cultural - ECI)
domingo, 11 de agosto de 2013
A Magia de Alcochete
Inexplicável esta atracção por Alcochete...
"Anda comigo
Ver Alcochete e a cor
Que existe no seu sol pôr
Que só Deus soube pintar..."
"Anda comigo
Ver Alcochete e a cor
Que existe no seu sol pôr
Que só Deus soube pintar..."
terça-feira, 18 de junho de 2013
Fado com Cerejas no Fundão!
"Muito boa noite senhoras e senhores lá na minha terra há bons cantadores"...
Arlindo Carvalho, autor e compositor de tantos êxitos como Fadinho Serrano e Chapéu Preto e Alexandra, fadista consagrada, naturais do concelho, homenagearam Amália, também ela com raízes fundanenses e que gostava de dizer que havia nascido no tempo das cerejas, cantando êxitos musicais que perduram no tempo e na memória de todos.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Quando Juscelino Kubitschek Oliveira visitou o Fundão em Janeiro de 1963
Ignorando o protocolo e, provavelmente, assumindo uma posição não politicamente correcta, o então ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek de Oliveira (JK), decide aceitar o genuíno e simples convite que António Paulouro, Director do Jornal do Fundão, lhe endereça quando é recebido pelo fundador de Brasília em terras de Vera Cruz e cria um verdadeiro problema diplomático ao governo português. O ditador, António Oliveira Salazar, chefe do governo português, fica furioso e nunca mais esquece a partida que o grande estadista e o grande jornalista lhe pregaram, ordenando a censura de qualquer referência à visita de Janeiro de 1963.
O carácter da visita, de certo modo interpretada pela população como contra o regime vigente em Portugal, provocou um sentimento de liberdade traduzido nas manifestações entusiásticas para com JK.
A minha percepção de adolescente de 15 anos de tudo aquilo que estava acontecendo na minha terra, com os preparativos e o desenrolar do evento era para ser desfrutado pois fugia aos parâmetros tradicionais da pacatez da vila.
“Cuidado rapaz que eles andam aí!” Sussurrou-me ao ouvido o José Ramos, o velho artesão “vermelho” que me ensinou a sintonizar, às escondidas no canto mais recôndito da sua oficina, a Rádio Moscovo e a Rádio Voz da Liberdade que então emitia de Argel pela voz forte de Manuel Alegre. “Eles” que usavam fatos cinzentos coçados e emblema na lapela e davam ordens aos agentes da polícia eram, sem dúvida alguma, os homens do Salazar, o pessoal da PIDE que vigiava todos os movimentos.
JK, vai pernoitar na Serra da Estrela e integrado numa pequena caravana de automóveis, passa já noite pela primeira vez na vila. Ao aperceber-se que o povo resistiu ao intenso frio de Janeiro para o saudar, manda parar a viatura, sai, e do alto da sua imponente figura diz: “Muito obrigado por esta manifestação espontânea. Amanhã estarei aqui para abraçar vocês”.
O velho jipe da Garagem Barrocas, talvez por ser o único descapotável da vila, foi escolhido para transportar JK em desfile por entre a multidão em delírio, mas eu via pela cara do meu amigo Victor, que o conduzia, que a coisa estava a ser muito difícil. O sem capota andou tão devagarinho, tão devagarinho que aqueceu, aqueceu e já no fim da viagem, com um estoiro que se deve ter ouvido em toda a vila, saltou-lhe a tampa do radiador e projectou um repuxo de água fervente até à altura da varanda do edifício do jornal.
Foi como que um fim de festa de rua com fogo-de-artifício!
Mas a confraternização luso-brasileira continuou na grande varanda do jornal com o discurso arrebatador do primo José Hermano Saraiva sobre a diáspora, com os acenos que nos dirigia a jovem e belíssima Márcia Kubitschek, filha de JK, e as aventuras da fotojornalista do diário O Século, de saia vestida mas, para nossa desilusão, com culotes até aos joelhos, peça esta que eu só conhecia do estendal da minha avó, nas mais arriscadas posições no parapeito da varanda, mesmo ali por cima das nossas cabeças de adolescentes.
Por fim consegui entrar no novíssimo e magnifico Cine-Teatro Gardunha para ver o folclore, ir à elitista sala dos espelhos cumprimentar Juscelino Kubitschek e ver a Marcinha de perto.
António M. Tavares Pereira
Janeiro de 2013 (50 anos depois)
(O Autor escreveu de acordo com a ortografia de há 50 anos)
(Também faço parte da foto! Alguém me identifica nos meus 15 anos?)
O carácter da visita, de certo modo interpretada pela população como contra o regime vigente em Portugal, provocou um sentimento de liberdade traduzido nas manifestações entusiásticas para com JK.
A minha percepção de adolescente de 15 anos de tudo aquilo que estava acontecendo na minha terra, com os preparativos e o desenrolar do evento era para ser desfrutado pois fugia aos parâmetros tradicionais da pacatez da vila.
“Cuidado rapaz que eles andam aí!” Sussurrou-me ao ouvido o José Ramos, o velho artesão “vermelho” que me ensinou a sintonizar, às escondidas no canto mais recôndito da sua oficina, a Rádio Moscovo e a Rádio Voz da Liberdade que então emitia de Argel pela voz forte de Manuel Alegre. “Eles” que usavam fatos cinzentos coçados e emblema na lapela e davam ordens aos agentes da polícia eram, sem dúvida alguma, os homens do Salazar, o pessoal da PIDE que vigiava todos os movimentos.
JK, vai pernoitar na Serra da Estrela e integrado numa pequena caravana de automóveis, passa já noite pela primeira vez na vila. Ao aperceber-se que o povo resistiu ao intenso frio de Janeiro para o saudar, manda parar a viatura, sai, e do alto da sua imponente figura diz: “Muito obrigado por esta manifestação espontânea. Amanhã estarei aqui para abraçar vocês”.
O velho jipe da Garagem Barrocas, talvez por ser o único descapotável da vila, foi escolhido para transportar JK em desfile por entre a multidão em delírio, mas eu via pela cara do meu amigo Victor, que o conduzia, que a coisa estava a ser muito difícil. O sem capota andou tão devagarinho, tão devagarinho que aqueceu, aqueceu e já no fim da viagem, com um estoiro que se deve ter ouvido em toda a vila, saltou-lhe a tampa do radiador e projectou um repuxo de água fervente até à altura da varanda do edifício do jornal.
Foi como que um fim de festa de rua com fogo-de-artifício!
Mas a confraternização luso-brasileira continuou na grande varanda do jornal com o discurso arrebatador do primo José Hermano Saraiva sobre a diáspora, com os acenos que nos dirigia a jovem e belíssima Márcia Kubitschek, filha de JK, e as aventuras da fotojornalista do diário O Século, de saia vestida mas, para nossa desilusão, com culotes até aos joelhos, peça esta que eu só conhecia do estendal da minha avó, nas mais arriscadas posições no parapeito da varanda, mesmo ali por cima das nossas cabeças de adolescentes.
Por fim consegui entrar no novíssimo e magnifico Cine-Teatro Gardunha para ver o folclore, ir à elitista sala dos espelhos cumprimentar Juscelino Kubitschek e ver a Marcinha de perto.
António M. Tavares Pereira
Janeiro de 2013 (50 anos depois)
(O Autor escreveu de acordo com a ortografia de há 50 anos)
(Também faço parte da foto! Alguém me identifica nos meus 15 anos?)
sábado, 22 de dezembro de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Solstício de Verão
Nos tempos que correm temos de reaprender a apreciar os fenómenos da natureza, desfruntando-os ao máximo no dia a dia.
Viva então o verão que hoje começa!
sábado, 31 de dezembro de 2011
Os Tenores, Sopranos e Barítonos assinalados...
Os Tenores, Sopranos e Barítonos assinalados,
Que da oriental Rússia czariana,
Por mares e locais anteriormente renegados,
Passaram ainda além da pátria germaniana,
Em danças e cânticos esforçados,
Mais do que prometia a voz humana,
E entre gente remota edificaram
Nova plateia, que tanto encantaram...
Que da oriental Rússia czariana,
Por mares e locais anteriormente renegados,
Passaram ainda além da pátria germaniana,
Em danças e cânticos esforçados,
Mais do que prometia a voz humana,
E entre gente remota edificaram
Nova plateia, que tanto encantaram...
(Foto: ATP)
(Inolvidável soirée com o Exército Russo de S. Petersburgo, dia 27 de Dezembro de 2011, no Tivoli de Lisboa).
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
E o regato é já ribeiro e o ribeiro é rio então...
O maior rio 100% português - Mondego, magníficamente documentado em vídeo desde a sua nascente - Mondeguinho, Serra da Estrela, até ao mar e que cabe no eterno poema de Augusto Gil que aprendi e decorei ainda em criança:
Os Rios
Nasce uma fonte
Rumorejante
Na encosta de um monte,
E, mal que do seio
Da terra brotou,
Logo o seu veio,
Transparente
E diligente,
Buscou e achou
Mais baixo lugar.
Ao brotar da dura frágua,
E uma lágrima de água…
Mas esse humilde fiozinho,
Que um destino bom impele,
Encontra pelo caminho
Um outro que é como ele…
Reúnem-se, fundem-se os dois,
Prosseguem de companhia,
E fica dupla depois
A força que os leva e guia…
Junta-se aos dois um terceiro,
Outros confluindo vão,
E o regato é já ribeiro,
E o ribeiro é rio então…
Caminha sem descansar,
Circula através do mundo…
Até à beira do mar
Omnipotente e profundo…
Augusto Gil
(Mondeguinho - Nascente na Serra da Estrela)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
De Évora me estou lembrando!
(A janela do atelier de Évora da pintora Teolinda Pascoal - foto ATP)
Eu não sei, que tenho em Évora
Que de Évora, me estou lembrando
E ao passar o rio Tejo, as ondas
Me vão levando
E ao passar o rio Tejo, as ondas
Me vão levando
Ceifeira, que andas à calma
E à calma ceifando o trigo
Ceifa as penas da minha alma
Ceifas e, leva-as contigo
Ceifa as penas da minha alma
Ceifas e, leva-as contigo
Abalei do Alentejo
Olhei para tras chorando
Alentejo da minha alma
Tão longe me vais ficando
Alentejo da minha alma
Tão longe me vais ficando
Música Tradicional
sábado, 22 de outubro de 2011
O Fim do verão de 2011
Costa da Caparica, sexta-feira, 21 de Outubro de 2011: O fim anunciado do longuissimo verão deste ano em mais um dia com temperatura do dito e mar chão.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
O magnífico mergulho no atlântico
Como o tempo corre depressa!
Em 02 minutos e 26 segundos disse adeus e mergulhou…
Então, até amanhã!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Chineses em Alvalade
Afinal os chineses que o candidato a vice-presidente para o futebol do SCP (recuso-me a pronunciar o seu nome) prometia na sua apresentação à comunicação social, parece que começaram a chegar a Alvalade. Eu, pelo menos, vi três esta noite a subir para os "lugares de leão", de copo na mão, como comprova a foto de telemóvel do meu companheiro de bancada Claúdio Bessa Gomes.
Será que a anedótica conferência de imprensa que fez rir o país, antes do papão FMI se interiorizar nas nossas cabeças, começou, sem se dar conta, a produzir resultados?
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O Almoço dos Reis
O almoço do dia de Reis ou mais um almoço dos reis da TSF - Tertúlia da Sexta-Feira?
O tempo passa!
Já mudámos de ano, a crise agudizou-se, o papão do FMI está outra vez a espreitar à porta e até o habitual restaurante das avenidas novas se modernizou e trocou o nome de Papo Cheio para Chama de Roma.
O que não parece mudar é a TSF que se mantém com todo o seu esplendor.
O esplendor de Portugal!
O tempo passa!
Já mudámos de ano, a crise agudizou-se, o papão do FMI está outra vez a espreitar à porta e até o habitual restaurante das avenidas novas se modernizou e trocou o nome de Papo Cheio para Chama de Roma.
O que não parece mudar é a TSF que se mantém com todo o seu esplendor.
O esplendor de Portugal!
Bom Ano 2011 senhores Almirante, Generais e Coronéis!
sábado, 1 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Tempo de Magia
Video: ATP
Silvestre Fonseca convidou os amigos para um concerto de Natal e ofereceu-lhes uma noite de magia...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Depois das vindimas... "El vino"
Sí señor... el vino puede sacar cosas que el hombre se calla; que deberían salir cuando el hombre bebe agua. ...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Os Aposentos do Senhor Reitor
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| Seminário Velho em Donas |
Sem capacidade para a leitura ainda, mas com a percepção que ao meu redor algo se comentava sobre o conteúdo da narrativa vivida pelo personagem António Lopes, aluno do Seminário, e que anos mais tarde, quando pude ler e compreender o livro, constatei ser o alter-ego do escritor, durante a sua formação no velho edifício que foi seminário católico ali a 200 metros da minha casa. Uma outra das figuras centrais do livro era o Reitor, naquele ano já retirado na sua casa de Donas, justamente ao lado da minha e com quem convivia diariamente, provocou em mim uma sensação de profunda curiosidade e de mistério. Afinal a lenda criada pelo livro era uma realidade com figuras e factos do meu dia a dia e ao meu inteiro alcance.
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| Vergílio Ferreira com o realizador Lauro António junto ao antigo Seminário |
O vestuto edifício do antigo seminário era já nesse ano um casarão desabitado, misterioso e em decadência. E o Reitor, apesar do perfil descrito na Manhã Submersa não corresponder à minha visão, era afinal o Monsenhor que me ensinava a ler latim para o poder acolitar na missa que rezava diariamente na sua capelinha privada na porta ao lado da minha.
Nos anos subsequentes o antigo seminário, transformou-se em Obra de Socorro Familiar para rapazes de famílias desestruturadas mais uma vez sob o impulso do Monsenhor, que concomitantemente era deputado na Assembleia Nacional do Estado Novo.
Meio século depois o antigo seminário adaptou-se aos tempos modernos e é hoje um magnífico hotel - o "Príncipe da Beira".
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| Hotel Princípe da Beira (Antigo Seminário) |
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
As Praias deste Verão
Ao alcance de uma pequena viagem de automóvel:
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| NAZARÉ |
![]() |
| S. MARTINHO DO PORTO |
![]() |
| ERICEIRA |
| PORTINHO ARRÁBIDA |
AZENHAS DO MAR |
PRAIA MAÇÃS |
| COSTA DE CAPARICA |
| MECO |
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| SESIMBRA |
| COMPORTA |
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| TRÓIA |
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